Ficamos em silêncio, paralisados na cabine escura. O Lucas, claro, queria muito aquilo desde o início, mas eu não fazia a menor ideia do que aconteceria se eles cruzassem aquela porta. Minha mente travou: “Como assim? Um casal vai entrar aqui para fazer o quê? Não dá para ficarem olhando pelo buraco da porta?”. Mas antes que eu pudesse processar, o Lucas abriu a porta.
O casal entrou no espaço minúsculo. Ficamos os quatro em pé, espremidos, e por alguns segundos ninguém dizia nada. A tensão quebrou quando o casal começou a se beijar. De repente, a mulher agachou-se e começou a chupar o pênis do homem que eu imaginei ser o marido dela. Como em uma reação de espelhamento automático, nós começamos a fazer o mesmo. O Lucas, que já estava transbordando de tesão, abriu o zíper da calça. Comecei a acariciá-lo e logo já estava com a boca naquele pênis que eu tanto adorava chupar.
Enquanto eu estava concentrada nele, o outro homem começou a passar a mão delicadamente no meu ombro, descendo em direção aos meus seios. As palavras do Lucas ecoaram na minha mente: “Permita-se!”. E eu me permiti.
Como o Lucas e eu passamos muito tempo solteiros antes de casar, falar sobre parceiros anteriores nunca foi um tabu entre nós. Nós dois sabemos do passado um do outro, e eu já tinha percebido que ele sentia um tesão inexplicável quando eu contava sobre as noites de prazer que tive com outros homens antes de conhecê-lo. Nosso sexo sempre foi maravilhoso e repleto de confidências. Ele já havia me dito que tinha vontade de transar com duas mulheres e que adoraria me ver chupando outra mulher. Por minha vez, eu já tinha confidenciado a ele que gostava de assistir a vídeos de uma mulher com dois homens; eu me imaginava no lugar daquela atriz pornô, desejada, dando conta de dois parceiros ao mesmo tempo, delirando quando eles diziam o quanto ela era gostosa. Ele ficava louco de tesão quando eu descrevia essas cenas e me pedia para me ver me masturbando no quarto, recriando essas fantasias para ele. Eu achava que aquilo significava não ter tabus… até chegar àquele dia.
O homem da cabine percebeu imediatamente que era a nossa primeira vez ali. Isso pareceu dar ainda mais tesão nele. Era como se ele estivesse diante de uma iguaria rara, uma virgem intocável naquele ambiente. Apesar da audácia, ele nos tratou com muito respeito. Você pode se perguntar: “Como assim, respeito, se ele estava tocando seus seios e mostrando as partes íntimas?”. Mas a verdade é que ali todos estão com o mesmo objetivo, então ele estava apenas seguindo o combinado do local. Falo de respeito porque, em momento nenhum, ele me tocou sem consentimento. Ele sempre olhava para o Lucas e perguntava se podia, e o Lucas olhava para mim para checar se estava tudo bem. E assim a engrenagem foi girando.
Com os hormônios totalmente ativados, o homem posicionou a esposa de quatro no sofá que ficava colado à parede. Ela era uma morena esguia, magra, mas cheia de curvas, e permaneceu calada o tempo todo. Ele começou a penetrá-la por trás e me chamou para passar as mãos no corpo dela. Sabendo do desejo antigo do meu marido por aquela cena, fui sem hesitar. A pele dela era firme, os seios pequenos e rígidos. Ela gemia bem baixinho. Foi quando olhei para o lado e me dei conta: ela estava chupando o pênis do meu marido.
Eu levei um choque! Parecia que tinham quebrado a regra sagrada do jogo. Mas eu já estava no meio da chuva, totalmente molhada. Foi quando o Lucas, em completo êxtase, ordenou com a voz rouca de tesão: “Chupa a buceta dela! Chupa a buceta dela!”.
A mulher estava de quatro, sendo penetrada pelo marido e chupando o pau do meu parceiro. Eu assistia àquela cena inacreditável e, sem pensar mais em nada, me enfiei por debaixo dela e comecei a chupá-la. Eu não senti tesão em chupar aquela mulher, eu estava com tesão em saber que estava realizando uma fantasia do meu marido. Naquele momento eu me dei conta de que estava dando prazer a outro ser humano que assim como eu tem suas fantasias, seus desejos, medos, inseguranças. Novamente o mundo lá fora perdeu sentido, éramos somente nós quatro e aquele momento dedicado aos nossos desejos. Quando Lucas viu aquela cena, eu por baixo dela chupando-a, ele alcançou a mão na buceta dela e sentiu minha língua quente passeando pelo seu clitóris. Lucas deu um gemido tão alto e grave que pareceu explodir de prazer ali dentro. Assim que ele gozou, o transe diminuiu. O casal começou a se vestir rapidamente. O homem sorriu e agradeceu: “Vocês são demais!”. E os dois saíram da cabine, nos deixando a sós.
O Lucas me puxou e me beijou loucamente. Parecia querer sentir na minha boca o gosto daquela mulher que ainda estava nos meus lábios. O tesão dele estava nas nuvens, e o meu também. Mas eu não ia sair daquela cabine sem sentir o meu marido me penetrando. O choque de vê-lo com outra mulher despertou em mim uma necessidade animal de ser possuída por ele. Era uma validação interna, uma prova de que, apesar de tudo o que vimos, eu ainda era a dona do desejo dele.
O Lucas é um homem moreno, alto, viril, de ombros largos e fortes, com um sorriso envolvente e uma postura sempre ereta. Na cama, ele é um verdadeiro garanhão, daqueles que gozam várias vezes na mesma noite. Sexo nunca foi um problema para nós. Comecei a beijá-lo e logo ele me virou de quatro no sofá, me pegando com força.
No meio das estocadas profundas, quando eu achava que já tinha visto de tudo, ele segurou a minha cintura e disse: “Olha aí na sua frente… uma pica grossa só para você!”.
Olhei para a parede da cabine. Havia um buraco na parte inferior e um pênis latejando, duro, estava atravessado ali, implorando para ser chupado e degustado. O Lucas continuava metendo forte por trás, e a minha cabeça ia e voltava, perigosamente perto daquele pênis desconhecido e suculento. O gatilho mental disparou: era a cena exata dos filmes pornôs da minha solteirice. Aquilo me inundou de tanto tesão que caí de boca naquele pau. Chupei-o com força enquanto meu marido me comia por trás. O prazer foi tão violento que eu cheguei a um orgasmo catártico, minha vagina apertou o pênis do Lucas com tanta força que o Lucas perdeu o controle e gozou de novo, junto comigo.
Minha parte competitiva finalmente ficou satisfeita. Ele gozou comigo. “Pronto, já podemos ir embora”, pensei, tentando recuperar o fôlego.
Mas a noite estava só começando…
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